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Consórcio é investimento?

de Davidson R. Alves
Consórcio é investimento?

Consórcio é investimento?

Quando se deparam com o produto consórcio muitas dúvidas surgem a respeito da sua classificação financeira. Afinal, consórcio é investimento? É isso que vamos conferir aqui.

Definições

Para se chegar a uma resposta direta, primeiro temos que dar nome aos bois.

O que é um investimento?

Por definição econômica, investimento tudo é aquilo empregado em um negócio ou empresa visando à obtenção de algum lucro.

Como exemplo, investimento seria a aplicação de um determinado valor na abertura de uma empresa, que – com o planejamento certo – tem por objetivo gerar lucro, ainda que leve algum tempo.

O que é um consórcio?

Como abordado em outro artigo, a palavra ‘consórcio’ representa parceria. Em um consórcio, um grupo de pessoas ou entidades se reúne para alcançar um objetivo ou resultado em comum, compartilhando seus recursos para isso. Esse objetivo varia de acordo com o seguimento ou interesse (um imóvel, um veículo, um tratamento de saúde e assim por diante).

Em dado momento, quer por sorteio ou por lance, um dos participantes recebe uma carta contemplada – também chamada de carta de crédito – no valor correspondente ao objetivo ou necessidade daquele consórcio.

Sendo assim, com as devidas definições, vem a pergunta que não quer calar…

O consórcio é um tipo de investimento?

De maneira curta e objetiva, a resposta é não. Ainda que seja uma forma mais acessível de se adquirir um bem ou serviço em comparação com outras encontradas no mercado, no ponto de vista econômico ele não é visto como um investimento.

Entretanto, essa definição varia de pessoa para pessoa, de acordo com suas necessidades, prioridades e objetivos. Por quê? Porque pode acontecer de alguém ver no consórcio uma fora de conseguir poupar um valor que, sem a obrigação imposta pelo contrato, teria em perdas ainda maiores do que as resultantes da taxa de administração.

Além disso, dependendo da oportunidade encontrada e das estratégias usadas durante o consórcio, pode ser que o cliente seja contemplado bem mais rápido que os demais consorciados.

Notei que, buscando mais informações sobre o assunto, é possível encontrar vários artigos tendenciosos tanto defendendo a prática de um consórcio quanto a sua recusa. A título de mérito este é o artigo mais imparcial que encontrei sobre o assunto.

Mas vale a pena realizar o consórcio?

Isso depende do seu perfil como cliente. Apesar de não ser um investimento, o consórcio é um grande facilitador na aquisição de bens duráveis ou na conquista de objetivos maiores. Quando feito de forma consciente, através de uma boa consultoria e acompanhamento da administradora, esse recurso financeiro pode vir bem a calhar.

Se as medidas certas forem aplicadas, é possível que a sua contemplação chegue antes do esperado. Se quiser saber quais são essas medidas, baixe nosso e-book gratuito clicando no botão abaixo.

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